Os defensivos agrícolas fazem parte da rotina produtiva no campo e, segundo o empresário João Eustáquio de Almeida Junior, o uso correto desses insumos é um dos fatores que mais influenciam a sustentabilidade da atividade rural. Uma vez que a aplicação consciente ajuda a proteger as lavouras, reduz perdas e contribui para a segurança de quem trabalha diretamente na produção. Pensando nisso, nos próximos parágrafos, veremos como adotar práticas mais responsáveis no uso desses produtos.
Defensivos agrícolas: a importância da aplicação responsável
Defensivos agrícolas têm como função principal proteger as culturas contra pragas, doenças e plantas invasoras que comprometem o rendimento das lavouras. Logo, quando utilizados de forma correta, seguindo as orientações técnicas, eles contribuem para a estabilidade da produção e para o aproveitamento mais eficiente dos recursos investidos no plantio.

Isto posto, de acordo com João Eustáquio de Almeida Junior, a aplicação responsável começa pela compreensão de que esses produtos não são soluções isoladas. Eles fazem parte de um conjunto de práticas que envolve manejo adequado do solo, escolha correta das culturas e acompanhamento constante das condições da lavoura.
Quais riscos o uso inadequado de defensivos agrícolas pode gerar?
O uso incorreto de defensivos agrícolas pode provocar uma série de consequências negativas. Entre elas estão a contaminação do solo e da água, a exposição indevida de trabalhadores rurais e o surgimento de resistência de pragas, o que dificulta o controle futuro.
Conforme frisa João Eustáquio de Almeida Junior, empresário com 30 anos de carreira no setor agropecuário, a falta de planejamento e de orientação técnica costuma estar entre as principais causas desses problemas. Aplicações fora do momento adequado ou em quantidades superiores às recomendadas tendem a comprometer não apenas a safra atual, mas também o equilíbrio produtivo das próximas colheitas.
Outro ponto relevante é o impacto na imagem do produtor, como ressalta João Eustáquio de Almeida Junior. Pois, em um cenário no qual o consumidor valoriza cada vez mais práticas sustentáveis, o uso inadequado de defensivos agrícolas pode afetar a credibilidade da produção e dificultar o acesso a determinados mercados.
Quais são as boas práticas no uso de defensivos agrícolas?
Para garantir resultados positivos e reduzir riscos, algumas práticas devem fazer parte da rotina de quem trabalha com defensivos agrícolas. De acordo com o empresário João Eustáquio de Almeida Junior, essas medidas ajudam a organizar a aplicação e a manter o controle sobre os efeitos do produto na lavoura e no ambiente. Tendo isso em vista, entre elas, destacam-se:
- Leitura atenta das instruções técnicas: seguir rigorosamente as orientações do fabricante evita erros de dosagem e de aplicação, além de reduzir riscos à saúde;
- Uso de equipamentos de proteção individual: luvas, máscaras e roupas adequadas são indispensáveis para proteger o aplicador durante o manuseio dos produtos;
- Armazenamento correto dos produtos: manter os defensivos agrícolas em locais apropriados, longe de fontes de água e de acesso não autorizado, é uma medida básica de segurança;
- Monitoramento constante da lavoura: acompanhar o desenvolvimento das culturas ajuda a identificar o momento certo para a aplicação, evitando usos desnecessários.
Como alinhar defensivos agrícolas e sustentabilidade?
A busca por sustentabilidade no campo passa, necessariamente, pela forma como os defensivos agrícolas são utilizados. Integrar esses produtos a estratégias de manejo mais amplas é uma forma de equilibrar produção e preservação ambiental. Segundo João Eustáquio de Almeida Junior, a adoção de técnicas complementares, como o manejo integrado de pragas, ajuda a reduzir a dependência exclusiva de defensivos agrícolas. Além disso, investir em capacitação da equipe e em acompanhamento técnico contínuo facilita a tomada de decisões mais assertivas.
O uso responsável de defensivos agrícolas como uma estratégia de gestão
Em conclusão, o uso responsável de defensivos agrícolas deve ser encarado como parte da gestão da propriedade rural. Assim, mais do que cumprir regras, trata-se de adotar uma postura profissional, alinhada às exigências do mercado e às necessidades ambientais. Desse modo, quando aplicados de forma correta, os defensivos agrícolas ajudam a proteger a produção sem comprometer a segurança ou a sustentabilidade. No final, esse equilíbrio é fundamental para quem busca resultados consistentes e duradouros no campo.
Autor: Francisco Zonaho