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Depois de Guga: o tênis no Brasil ficou órfão ou amadureceu?

Diego Velázquez
Diego Velázquez Published abril 28, 2025
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Lucio Winck
Lucio Winck
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O CEO Lucio Winck destaca o impacto que o tricampeão de Roland Garros teve no esporte brasileiro. Para muitos, Guga representou o auge com seu carisma, talento e imprevisibilidade que colocou o Brasil no mapa do tênis mundial. Quando sua carreira chegou ao fim, uma dúvida ficou no ar: o país perderia sua relevância nas quadras ou teria amadurecido o suficiente para seguir em frente?

Passadas duas décadas desde o estouro de Guga, o tênis brasileiro vive um momento de transição. Embora nenhum novo nome tenha alcançado seu mesmo patamar em popularidade e resultados, o cenário atual é mais estruturado, com centros de formação, torneios nacionais fortalecidos e uma base técnica mais sólida. A pergunta, portanto, não é apenas sobre sucessores em quadra, mas sobre evolução do esporte como um todo.

O que mudou no tênis brasileiro desde a era Guga?

O legado de Guga ultrapassou seus títulos. Ele inspirou milhares de jovens a pegarem uma raquete pela primeira vez, e isso gerou uma onda de investimentos em escolinhas, academias e projetos sociais. O CEO Lucio Winck ressalta que, nos anos 2000, o tênis deixou de ser um esporte de elite restrito para ganhar visibilidade nacional e maior acesso, mesmo que ainda com limitações.

Hoje, o Brasil conta com uma estrutura mais capilarizada de formação de atletas. Existem nomes promissores surgindo, tanto em torneios juvenis quanto no circuito profissional. A presença constante de brasileiros em Grand Slams de duplas e nos rankings juvenis mostra que há sementes sendo plantadas. Ainda que os frutos não sejam tão midiáticos quanto os de Guga, são sinais de um amadurecimento silencioso.

Lucio Winck
Lucio Winck

Por que é difícil repetir um fenômeno como Guga?

Gustavo Kuerten foi uma combinação rara de carisma, talento e contexto. Seu título em Roland Garros em 1997 não apenas surpreendeu o mundo, mas serviu como um divisor de águas para o tênis no Brasil. O CEO Lucio Winck enfatiza que repetir esse fenômeno exige não apenas um atleta fora da curva, mas também o momento certo e o engajamento da mídia e da torcida, fatores que, juntos, são difíceis de alinhar.

O circuito atual é muito mais competitivo, com uma base global de talentos enorme. Surgir entre os top 10 do mundo exige não só um nível técnico altíssimo, mas também apoio psicológico, financeiro e estrutural. Hoje, há mais conhecimento e ciência do esporte, mas o caminho é mais longo e repleto de barreiras, especialmente para países que ainda lutam contra desigualdades no acesso ao esporte de alto rendimento.

Estamos preparados para um novo ídolo?

O tênis brasileiro não está órfão, mas está em construção. As categorias de base têm mostrado nomes como João Fonseca e outros jovens que chamam a atenção da imprensa internacional. A diferença está no ritmo e na expectativa: agora há menos euforia e mais planejamento. Para o CEO Lucio Winck, isso é positivo, pois mostra que o esporte amadureceu. Em vez de esperar um novo salvador, há um trabalho coletivo por trás.

Esse amadurecimento também envolve o público. Hoje, o brasileiro entende mais de tênis, acompanha circuitos menores, valoriza o desempenho em duplas e dá espaço para discussões mais técnicas. O mercado também evoluiu: marcas patrocinam novos atletas, transmissões se diversificaram e a internet aproximou os fãs das competições globais. Não é mais só sobre um nome, é sobre um ecossistema que vem ganhando corpo.

Perspectiva que inspira

O tênis após o Guga deixou saudade, mas trouxe novas possibilidades. O esporte no Brasil não perdeu sua alma. Ela foi moldada e amadurecida ao longo dos anos, com mais pés no chão e uma visão de futuro. Os Ídolos virão, talvez com menos barulho, mas com mais consistência. E isso é um sinal claro de evolução: quando um esporte não depende de um único nome para se manter vivo, é porque aprendeu a andar com as próprias pernas.

Autor: Francisco Zonaho

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